"Narrador: Em princípio excluído do teatro dramático no qual o dramaturgo nunca fala em seu próprio nome, o narrador reaparece em determinadas formas teatrais, em particular no teatro épico. Certas tradições populares (teatros africanos e orientais) usam-no freqüentemente como mediador entre público e personagens (contador de histórias). Também se pode considerar que o encenador se comporta diante do texto e do palco, como um narrador que escolhe um ponto de vista e conta uma fábula, como um sujeito da enu-ciação, que comanda todos os enunciados textuais e cênicos."
(PAVIS, Patrice - Dicionário de Teatro)
Aqui. Eu, Amber Jazmín Karina Fagundes Lecoq, assumirei o papel de narradora de minha própria história. Farei o possível para que as falas se aproximem o máximo possível do quê realmente aconteceu. As linhas que se seguem demonstram meu ponto de vista acerca dos fatos. A vida é uma tragédia com traços de comédia, às vezes um pouco de romance e quase sempre uma locomotiva em que pensamos ter o controle que na verdade não temos. A minha teve um pouco de tudo isso e é isso que eu quero vos mostrar.
Tenho orgulho em dizer que sou filha de uma brasileira mestiça. Sim, mestiça. Há anos atrás, quando eu sequer era nascida, numa fazenda no sul da França um rapaz e uma menina que tinha por volta dos nove anos de idade estavam na casa de sua avó (uma veela) brincando na chuva, enquanto ela estava a esperar por notícias de seu filho e sua nora. Uma ligação do Ministério da Magia Francês veio a confirmar o que aquela "linda" senhora tanto temia. A morte do jovem casal de aurors Lecoq. Naquela época, mesmo criança a menina Fay Lecoq, filha caçula do casal, jurou se vingar pela morte de seus pais e trouxe isso consigo até os dias atuais. Por muito tempo ela jamais falou sobre isso com alguém, até que ela conheceu o homem a quem ela julgava ser o homem de sua vida. Entretanto, ele não concordou com seus planos de vingança e o "romance" dos dois chegou ao fim. Para a sociedade e parentes, eles terminaram apenas porquê o homem em questão, um viúvo com uma filha pequena, ainda não estava pronto para se entregar a um relacionamento. O homem era o argentino Petter Salvatore, atual Ministro da Magia Portuguesa.
Determinada a seguir adiante com seus planos, ela veio me procurar no Brasil, pois eu acabara de concluir o curso de Docência a História da Magia, numa Universidade no Nordeste brasileiro. Ela usou argumentos tão plausíveis que acabei por concordar em ajudá-la.
Tenho orgulho em dizer que sou filha de uma brasileira mestiça. Sim, mestiça. Há anos atrás, quando eu sequer era nascida, numa fazenda no sul da França um rapaz e uma menina que tinha por volta dos nove anos de idade estavam na casa de sua avó (uma veela) brincando na chuva, enquanto ela estava a esperar por notícias de seu filho e sua nora. Uma ligação do Ministério da Magia Francês veio a confirmar o que aquela "linda" senhora tanto temia. A morte do jovem casal de aurors Lecoq. Naquela época, mesmo criança a menina Fay Lecoq, filha caçula do casal, jurou se vingar pela morte de seus pais e trouxe isso consigo até os dias atuais. Por muito tempo ela jamais falou sobre isso com alguém, até que ela conheceu o homem a quem ela julgava ser o homem de sua vida. Entretanto, ele não concordou com seus planos de vingança e o "romance" dos dois chegou ao fim. Para a sociedade e parentes, eles terminaram apenas porquê o homem em questão, um viúvo com uma filha pequena, ainda não estava pronto para se entregar a um relacionamento. O homem era o argentino Petter Salvatore, atual Ministro da Magia Portuguesa.
Determinada a seguir adiante com seus planos, ela veio me procurar no Brasil, pois eu acabara de concluir o curso de Docência a História da Magia, numa Universidade no Nordeste brasileiro. Ela usou argumentos tão plausíveis que acabei por concordar em ajudá-la.
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